domingo, 31 de outubro de 2010

Arimatéia Macedo:de médico e de poeta


No intervalo de uma consulta ou outra com seus pacientes e quando bate a inspiração, o médico Arimatéia Macedo, começa, então, a exercitar seus dotes de poeta, e que o faz com maestria digna dos grandes vates do passado e do presente.

Pois não é que o poeta-médico obteve a quarta colocação no disputadíssimo Concurso Literário Nacional Paz em Prosa & Verso, promovido pelas Edições Alba, de Varginha – MG?

Com o título Paz à Mulher, a poesia de Dr. Arimatéia Macedo ganhou destaque nesse certame devido a seus versos diáfanos e cristalinos, associados a uma ritmia contagiante e que mostram o seu talento multiforme e irisado no universo poético contemporâneo.

O certame contou com o apoio da Academia Varginense de Letras, tendo concorrido 402 textos de autores de várias partes do Brasil,

Conhecedor de longa data do potencial criativo do dr. Arimatéia Macedo como poeta, não me surpreendi com mais essa premiação em sua carreira literária, pois sei que foi merecedor.

A propósito, recentemente ele teve o soneto Um
Menestrel Literário
, de sua autoria selecionado para participar de uma antologia literária em Portugal.

Por tudo isso e muito mais parabenizo o ilustre poeta-médico que sempre nos presenteia a todos com belas páginas poéticas, mostrando-nos, de forma despretensiosa, que a vida é muito mais do que os nossos olhos conseguem ler.

tags: Gurupi TO literatura paz arimateia-macedo varginha

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Carlos Viveiros lança livro sobre gestão de desapropriação e servidão administrativa

Com o apoio da Academia Gurupiense de Letras, o escritor Carlos Viveiros lança o livro Gestão de Desapropriação & Servidão Administrativa (190 pág. Ed. veloso), no sábado, 16/10, às 19h30min, no Centro Cultural Mauro Cunha, em Gurupi.

O autor explica que a obra tem por objetivo despertar a importância de gestão para a liberação de áreas para a implantação dos empreendimentos do setor elétrico brasileiro, com a coordenação de todos os procedimentos técnicos e jurídicos necessários para a transferência ou instituição de servidão da área declarada de utilidade pública em favor da expropriante, de acordo com as normas técnicas e procedimentos legais aplicáveis e dentro do prazo estabelecido pelo cronograma de obras.

De acordo com o professor universitário Santo Reni dos Santos Florão, este trabalho de Carlos Viveiros vem em tempo contemplar um tema tão relevante e atual que é a necessidade de uma Gestão de Excelência nas questões de desapropriações de áreas para construção de barragens hidroelétricas no território brasileiro.

Nesta obra, o autor trata de forma didática caminhos que podem contribuir grandemente para prevenir e agilizar processos nesse sentido. ‘É uma obra grande relevância para o bancos escolares principalmente os universitários seja pelo aprofundamento teórico ou pela demonstração da construção de dados e indicadores gerados durante sua longa experiência profissional”, enfatiza Santo Ren

O Autor

Carlos Viveiros, é natural do Rio de Janeiro, gerente substituto da Divisão de Liberação de Áreas Centro-Oeste (DLAC.E), da Eletrobras Furnas Centrais Elétricas S/A, advogado, ex- professor da Universidade do Estado de Goiás – UEG, especialista em Direito Processual Civil pela Faculdade Anhanguera, MBA em Gestão Empresarial Básica pelo Instituto Brasileiro de Gestão de Negócios – IBGEN, ex-mestrando em Gestão Econômica do Meio Ambiente pela UnB, ex-mestrando em Direito Público pela Universidad Autônoma de Assuncion, atuou como advogado e procurador da empresa Eletrobras Furnas em vários empreendimentos, tais como: LT – Itumbiara/Rio Verde II, LT – Rio Verde/ Barra do Peixe II, LT – Niquelândia/Serra da Mesa, LT Itumbiara/Brasília Sul I e II, LT – Serra da Mesa/Samambaia, nas Usinas de Serra da Mesa, Corumbá I, no Aproveitamento Hidrelétrico de Manso, vem atuando nas questões de liberação de áreas, tanto no amigável como no contencioso.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Documentário resgata um pouco da história de pioneiros da capital tocantinense


Uma pequena mostra de como era a rodoviária no início da construção de Palmas


Na sexta-feira, 8, com início às 19:00h, acontece no auditório do CUÍCA da Universidade Federal do Tocantins (UFT) , em palmas, a exibição do documentário Terminal de Lembranças, do jornalista Gleydsson Nunes,dentro da programação da Semana de Arquitetura da UFT.

O documentário conta a trajetória de comerciantes e moradores do centro comercial que funcionou durante quase uma década atrás da rodoviária da Arso 41, zona central da capital tocantinense. O filme foi lançado em 20 de maio deste ano, tem 20 minutos de duraçao e foi contemplado no edital Palmas Pra Cultura de 2008.

Nunes afirma que a intenção foi dar voz aos personagens da antiga rodoviária. “É provável que o capítulo da antiga rodoviária e do centro comercial não figurem em nenhuma obra que se disponha a contar os primeiros anos da história de Palmas. No documentário vamos perceber que a saga dessa gente é muito semelhante ao próprio processo de formação da cidade”, destaca o diretor do documentário.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Histórias regionais de escritor de Gurupi em publicação nacional




Cinthia Abreu
Palmas


Pela 18ª vez consecutiva, o tocantinense Zacarias Martins está presente no Almanaque Santo Antônio, da Editora Vozes, na edição 2011, lançado recentemente no Rio de Janeiro. Publicação campeã de vendas da editora, o Almanaque Santo Antônio é publicado há 34 anos, tendo a coordenação do Frei Edrian Josué Pasini e conta com a colaboração de leitores de todo o Brasil.

Nesta edição, foram publicadas quatro colaborações enviadas por Zacarias Martins. A primeira, aborda a origem do cartão de visitas, que segundo registros históricos teria surgido no século XIX, muito utilizado por senhoras da sociedade vitoriano em suas visitas, para que fossem apresentadas pelos condutores de suas carruagens às pessoas de uma determinada casa.

Outra colaboração trata do surgimento da dentadura e sua função. De acordo com Martins, em 1927, o governo japonês mandou remover parte de um cemitério para a construção de uma nova via pública. “Numa urna cerâmica foi encontrada a primeira dentadura confeccionada no mundo. Ela teria pertencido ao famoso samurai Hidan Nokami Yagiu, e segundo estudiosos, a peça teria cerca de 344 anos. A base da dentadura de Yagiu era confeccionada em madeira “tsuguê”, arvore nativa do Japão, de grande resistência e muito utilizada, ainda hoje, na fabricação de pontes. Os dentes foram feitos de pedra-de-cera, equivalente à nossa pedra-sabão e sua coloração era marrom”, comenta.

O escritor lembra também que na página 198 do Almanaque há um texto com dicas sobre como se aproveitar os alimentos por inteiro e, na página 200, Zacarias Martins emplacou uma receita de bolinhos de talos, folha e cascas, que segundo ele, possui alto poder nutricional.

Variedades

Segundo Martins, o Almanaque Santo Antônio é uma publicação multitemática rica em sabedoria científica e popular. “No Almanaque encontramos o tempo palpitante entre o passado, o presente e o futuro, assumindo, deste modo, um caráter atemporal”, afirma, lembrando ainda que esse tipo de publicação já fez parte da infância e da vida de muita gente, citando como exemplos os almanaques de farmácias, os de conhecimentos gerais e os específicos numa linha científica. “Um dia tomamos um em nossas mãos e sentimo-nos convidados a lê-lo, sem considerar a época em que fora escrito. Os santos continuam ali, de forma atual; contos, passatempo, ecologia, culinária, dicas de saúde, culinária, humor e muitas curiosidades”, destaca.

Leitura
Frei Edrian destaca que a leitura de um livro cria um diálogo interior e, neste caso, gera propostas e conduz o leitor a mudanças internadas. Ele destaca que ler um livro é buscar na experiência de seu autor outras perspectivas, confrontando-as com as suas. “O Almanaque Santo Antônio, com simplicidade, quer propor ao leitor a descoberta do tesouro de conhecimento e sabedoria que está reservado em suas páginas e, a partir das perspectivas de vida e de experiências difundidas na variedade de textos de que é feito, apontar novas maneiras de pensar e agir”, finalizou Frei Edrian.

Serviço


O quê – Almanaque Santo Antônio com colaborações de Zacarias Martins
Páginas - 233
Preço - R$ 12,00
Onde comprar - Editora Vozes (www.editoravozes.com.br)

Publicado no Jornal do Tocantins, de Palmas - Caderno Arte & Vida, em 29.09.2010

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Vem aí mais uma edição do Chico – Festival de Cinema de Palmas


A 9ª edição do Chico – Festival de Cinema de Palmas, no Tocantins, será realizada de 30 de outubro a 02 de novembro de 2010.

Nesta 9ª edição, os vídeos curtíssimos (categoria Pocket Movie) serão selecionados exclusivamente pela web por meio de enquetes semanais no sítio www.festivalchico.com, e a premiação será concedida pelo júri popular presente nas exibições. As inscrições, tanto para a categoria Pocket Movie quanto para as categorias Melhor Curta Tocantins e Melhor Curta Brasil, poderão ser efetuadas de 27 de setembro a 23 de outubro de 2010.

Compõem a programação do Chico 2010 dois dias de exibição audiovisual e um dia de premiação e shows musicais no Canto das Artes, em Taquaruçu, mais um dia de círculos setoriais de debate no Memorial Coluna Prestes.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Publicado o Almanaque Santo Antônio 2011



A tradicional Editora Vozes publica há 34 anos, o Almanaque Santo Antônio, organizado pelo frei Edrian Josué Pasini.

A edição de 2011 acaba de ser lançada com 223 páginas. O livro é uma espécie de mini-biblioteca. Nele o leitor vai encontrar de tudo um pouco: curiosidades, datas comemorativas, dicas de culinária, noções de ecologia, educação, folclore, passatempo, saúde, além de fatos que marcaram a história brasileira e universal e muito mais. Credita-se o sucesso da publicação à sua linguagem lúdica e de fácil assimilação.

Indicado para a família, para o estudante e para o professor, o Almanaque Santo Antônio é uma publicação multitemática, rica em sabedoria científica e popular, custa apenas R$ 12,00 e pode ser adquirido pela internet, no site: www.editoravozes.com.br

FOLHINHA

Também pela Vozes já está disponível para o leitor a Folinha do sagrado Coração de Jesus 2011, sendo composta de uma estampa com imagem do Sagrado Coração de Jesus e de um bloco com o calendário anual que é encaixado na parte inferior da estampa. Possui conteúdo diversificado: de religião até culinária, mensagens e cuidados para com a saúde. Traz indicação litúrgica diária, calendário agrícola e de pesca, fases da lua, pensamentos bíblicos e de autores diversos, datas comemorativas civis e de santos, comentário do Evangelho dominical, concurso bíblico, reflexões, curiosidades, humor. Preço: R$ 12,00.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

De volta ao passado


Recentemente estive em Belém do Pará, minha terra natal, passando alguns dias de férias, quando aproveitei a oportunidade para rever familiares e amigos

Minha irmã, Helena, entregou-me uma foto antiga minha, quando eu tinha onze anos e estudava o primário no Grupo Escolar D. Pedro II, época que sequer sonhava que Gurupi existia. Quem diria que anos mais tarde, lá pelos idos de 1983, eu me mudaria de malas e cuia para essa simpática cidade tocantinense?

Pela foto de infância é perfeitamente possível notar que já naquela época eu apresentava certo charme, coisa que veio se consolidar anda mais na minha fase adulta.

Minha ida à Belém foi, entre outras coisas, uma verdadeira viagem no tempo. Todos queriam me mostrar as novidades dessa metrópole ou o que ainda do passado continua preservado.

Não faltaram aquelas pessoas que faziam questão de me mostrar fotos antigas minhas, para fazer uma comparação entre passado e presente.

Sinceramente, devo confessar que não sei se por bondade ou por pena, mesmo, por várias escutei que eu “não havia mudado nada”. Até um primo que não via há mais de 25 anos perguntou-me se eu havia tomado gotas de formol, já que, segundo ele, apesar da minha idade, eu “estava bem conservado”.

Por derradeiro, fui levado a um animado baile onde o destaque musical era o tecnobrega, com direito a ter minha “presença ilustre” devidamente registrada pelo disc jockey como “grande personalidade do Estado do Tocantins”. É mole?

Mas, brincadeiras à parte, foi uma viagem deveras interessante e que pretendo repetir por mais vezes e com intervalos menores, pois valeu a pena.